terça-feira, 2 de abril de 2013

Voltando a velha rotina...


O amor é uma coisa complicada. E olha eu aqui escrevendo sobre o mesmo assunto pela milésima vez. Já virou clichê.
Mas acontece que o amor não vira rotina. Ele se renova a cada dia, a cada instante, a cada sorriso e lágrima. Não confunda com paixão. A paixão arde como o fogo, mas apaga com os primeiros pingos de chuva.
Há quem diga que o amor cresce devagar, sereno e cuidadoso. Nasce nos lugares mais propícios, é cultivado e regado, sábio e carinhoso, e jamais tem fim.
Há quem diga que o amor nasce num olhar, num sorriso, nos mais simples gestos.
Mas ninguém realmente sabe como ele acontece. Só nos damos conta quando ele está lá, ocupando aquele espaço especial. E não há mais o que fazer senão amar incondicionalmente, irrevogavelmente. E ser feliz.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Merry Christmas and Happy New Year !!

Com dois dias para o natal e nove dias para o ano novo, estou me preparando para a falsidade de fim de ano. Na verdade venho fazendo isso desde o começo de dezembro. Preparar o espírito para confraternizar datas tão importantes com pessoas que você sequer se importa, e sabe que isso é recíproco, não é um trabalho tão fácil a se fazer. Sabe esse tipo de pessoa, que passa o ano inteiro te julgando, sem ao menos te conhecer, querendo fazer amizade no natal e ano novo? Não me desce mais pela garganta. Sem querer ofender, mas de falsa já bastam as minhas unhas e eu apreciaria muito se este ano deixassem essa parte em casa. Então, um feliz natal e um próspero ano novo para quem não se dá o trabalho de reforçar os laços da falsidade, e que no próximo ano a integridade, a ética e a maturidade façam parte de vossas vidas! Merry Christmas and a Happy New Year!!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

E eu costumava dizer que os relacionamentos são como as plantas, e sua longevidade se comparam ao tamanho. Há aquelas de pequeno porte, como as flores, lindas, porém fracas, não duram muito, qualquer tempestade pode destruir. E existem aquelas de grande porte, como as árvores, que são fortes e capazes de suportar qualquer que seja o desastre, entretanto, desprovidas de tanta beleza.
Agora, penso diferente. Porque quanto mais o relacionamento é forte e duradouro, mais bonito ele tende a ser, e até a mais grandiosa árvore, dá lugar às flores mais belas na primavera.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

this is the love

Sabe esse tal de amor? Tá crescendo dentro de mim e eu não consigo controlar. Tá explodindo, transbordando, deixando uma bagunça terrível por onde passa. É como um furacão que passa por cada partícula do meu corpo, que transforma cada célula, e que me faz desejar cada vez mais que isso não acabe nunca. Já estou entregue e não há mais volta, nada do que você faça poderá mudar o fato de que meu pensamento e meu coração estão com você cada minuto de vida que me resta. Eu te amo tanto, que mal posso explicar...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mozi


Dois anos não foram o suficiente para nós. Precisávamos de mais tempo. Mais tempo para rir, mais tempo para ficar junto, mais tempo para bagunçar, para brigar, para se reconciliar. Mais tempo para sair, dançar, se divertir, sempre junto. Mais tempo para ficar agarradinho, para ver um filme romântico, ou talvez dois, três... Mais tempo para piqueniques, para viagens, para  jantares românticos. Precisávamos de mais sextas-feiras indo dormir tarde, mais sábados acordando juntos, mais fins de semana só nossos. E eu precisava de mais, de mais abraços, mais sorrisos, mais carinho, mais borboletas no meu estômago, mais beijos, mais amor, mais VOCÊ!

domingo, 9 de setembro de 2012

Sabe o que eu gosto de fazer?  Te olhar. Te olhar e reparar em cada detalhe seu. Te olhar e encontrar seus olhos verdes, enquanto me procuram, e ver o meu sorriso predileto nos seus lábios quando me encontram. Gosto do jeito como você me abraça, forte. Gosto dos seus braços em volta do meu corpo me mantendo colada no seu. Gosto de sentir seu coração bater mais rápido, no aperto de um abraço, ou mais lento na suavidade de um beijo.  Sabe, eu gosto do seu beijo. As vezes lento, com todo aquele carinho, e as vezes desesperado, desejado, como se não se tivéssemos mais tempo.  Eu gosto das suas mãos entre as minhas, gosto quando sussurra nos meus ouvidos, e até quando sente ciúmes. Adoro o seu cheiro. Adoro aquele cheiro que fica em mim quando você se vai, me fazendo pensar que ainda está aqui, grudadinho comigo. E eu realmente gosto de ficar assim com você, como quem não quer nada, mas querendo tudo que esteja por vir. Querendo cada vez mais seus olhares, sorrisos, beijos, abraços...você.

terça-feira, 4 de setembro de 2012


Em uma cidade bem distante, onde contos de fadas não existem, o amor é desconhecido pelos habitantes.
- Amor? Lenda! História para boi dormir. - diziam.
O amor, a esperança, o príncipe encantado, só existiam nos livros em que ela lia. Folheava cada página com sede e desejo desse sentimento sublime, mas a verdade era que nesse mundo preto e branco em que ela vivia, o vermelho da paixão nunca se projetara.
Mas nesse dia ensolarado ela pôde ver, tocar e sentir o Amor. E ele era mais o menos assim: olhos negros, alto, nem gordo e nem magro. Ele tinha essas entradas distintas que o fazia parecer mais velho, mais maduro. Óculos pendiam bem acima de um nariz fino e a barba por fazer dava um ar mais sexy. A boca sempre curvada no sorriso mais lindo que já vira, deixando a mostra dentes brancos e retos.
Por dentro era tão bonito quanto por fora. Humilde, engraçado, romântico, carinhoso, corajoso, cavalheiro, o mais elegante possível. Ele tinha o dom de fazê-la sorrir, e rir nos momentos mais propícios. Era amável, confiável, mestre na arte de fazê-la feliz. E quando ele a abraçava, o mundo todo ficava fora de foco, e só restavam os dois, envolvidos. Ela se sentia segura nos seus braços fortes. As asas tatuadas nas costas fazia jus ao anjo que ele se tornara em sua vida.
Agora a cidade acinzentada tinha cores vibrantes. Ela descobrira que o céu é azul, da cor do mar, as folhas que pendiam nas árvores na primavera, eram verdes, que o brilho da lua iluminava a cidade inteira. Mas seu brilho preferido era o dos olhos dele. Ela descobrira que existiam borboletas no seu estômago, que se agitavam com a presença dele, que seu coração disparava com um simples toque, as pernas tremiam quando se aproximava, as mãos suavam, a voz falhava... mas seu beijo a acalmava.
Então percebera que o amor não era só uma lenda. Ele realmente existia e agora ela tinha certeza sobre isso. Podia sentir, podia tocar, abraçar, cuidar... E esse amor tinha um nome. Um nome de príncipe encantado. Um nome que ela escrevia ao lado do dela em todas as folhas de seu diário.
Em uma cidade bem distante, onde contos de fadas não existem, o nosso foi o primeiro e mais intenso!